Olá, Poderosas!

Como dissemos em nossa última postagem de um texto extraído do livro: “A Pousada de Elói”, intitulado de: “Em Busca da Verdade da Vida – Como nascem alguns ressentimentos?”, que se encontra transcrito nas fls. 25 a 41 do mesmo: “Muitas vezes procuramos respostas a problemas que nos afligem, que nos deixaram marcas, feridas doídas que não querem cicatrizar e, que, na verdade, tais respostas não se encontram em livros, em outras pessoas, em outros ambientes e, talvez, em lugar algum. O único lugar que vamos encontrar essas respostas é adentrando pelos caminhos de nosso interior e, aparentemente simples, não é uma viagem tão fácil assim. Às vezes é muito difícil olharmos para dentro de nós mesmos… Mas, não temos outra saída. Com muita frequência, os ressentimentos, as mágoas surgem facilmente, mas muitas vezes são muito difíceis de serem extirpados.”

Bem, agora vamos mostrar neste outro trecho, também do mesmo livro (fls. 104 a 114), conforme havíamos prometido, o outro lado da moeda, ou melhor, da história dos ex-sócios e amigos, José Carlos e Paulo Marcos. Estes contos, como havíamos dito, aconteceram em uma propriedade rural, no interior de Minas Gerais, no Triângulo Mineiro. Sendo assim, este segundo texto vai complementar o outro que postamos há algumas semanas atrás.

Lembramos novamente, da mesma forma que dissemos antes, que as imagens incorporadas neste texto não fazem parte do livro e foram incluídas apenas para atenuar a leitura. Mesclado ao texto, como em diversas partes da obra, vai ser contado um caso, ou “causo”, como eles dizem por lá, que também tem a intenção de amenizar um pouco a leitura. As imagens têm como fonte: Google Images.

Posteriormente, iremos mostrar o desfecho deste caso, descrito na segunda parte do livro, às fls. 260 a 266. Esperamos que todos tenham uma boa leitura:

EM BUSCA DO PERDÃO 

• Quando compreendemos que enveredamos por um caminho errado.

Era uma manhã de inverno. A noite tinha sido muito fria e havia caído geada durante toda a madrugada, no sítio de Elói. Ainda assim, o jovem belo-horizontino havia chegado cedo à propriedade rural.

Anastácio já o estava esperando. Através da Internet, pelo “e-mail”, o moço havia lhe contado todos os seus problemas e aflições. Pelas informações passadas, pelo nome e outras descrições – conforme a Zulmira havia lhe dito -, viu que se tratava da mesma pessoa que havia dado um golpe na empresa, da qual era sócio, juntamente com o jovem da primeira visita constante desses relatos, ou seja, do Sr. José Carlos.

– Bom dia, Paulo Marcos. Seja bem-vindo ao sítio – saudou-o Elói.

– Bom dia, Elói. Muito bonito este seu recanto. Um verdadeiro espetáculo, disse o jovem.

– Obrigado, meu amigo. Muitas pessoas dizem isso também, mas acredito que há um pouco de exagero em tudo isso. Mas, quer saber? Também acho! Sempre tivemos esse sonho de construir um lugar assim: ainda que pequeno, mas aconchegante, tranquilo, acolhedor. Eu e minha esposa realizamos esse sonho – falou Anastácio.

– Bem, você já sabe a razão de minha visita a esse lugar, não?

– Sim, conforme você detalhou em seu texto, via “e-mail”, acredito que conheço bem a situação. Tem mais alguma coisa que queira acrescentar? Disse Elói.

– Como havia lhe dito, eu me separei de minha mulher já há vários meses. Tivemos dois filhos de nossa união conjugal: uma menina, com dez anos, e o mais velho, um rapaz de quinze anos.

– E então, o que mais o aflige?

– Há cerca de mais ou menos um ano atrás, eu era um dos sócios de uma pequena empresa em BH, sendo que o outro sócio era um de meus melhores amigos na época, chamava-se José Carlos.

– Prossiga, meu jovem – tornou a falar Elói.

– Bem, a empresa, embora pequena, estava indo muito bem. Estávamos progredindo bastante, além até das nossas expectativas, quando aconteceu aquele fato.

– Que fato foi esse? Questionou o homem, embora já conhecesse bem o caso.

– Elói, eu fiz a coisa mais deplorável de toda a minha vida: traí a confiança de meu melhor amigo, assim como de todas as pessoas da empresa, dando um enorme desfalque na mesma.

– E o que aconteceu desde então?

– Eu fugi, juntamente com uma amante que eu tinha na época, para um local distante. Durante esse tempo, gastamos essa quantia dissolutamente, eu e ela – completou o visitante.

– E você continua com essa amante?

– Não, assim que o dinheiro acabou, ela se separou de mim. Foi morar com outro homem em outra cidade, mas nem sei onde é. Ela só queria saber do meu dinheiro. Quando ele acabou, ela me deixou.

– E como você tem vivido desde que ela foi embora?

– Bem, naquele período em que estive com essa amante, para satisfazer os seus desejos de consumo, de gastos desenfreados, desnorteado, andei fazendo mais algumas coisas erradas, condenáveis. Por causa disso, cheguei até a  ser preso. Mas, como era primário,  essa prisão não durou muito tempo. Devido a isso, tenho gastado com advogados, com custas judiciais etc. Também estou sendo processado, em BH, pelo desfalque na firma. Daí são mais gastos, mais custas, mais despesas, numa hora em que não estou tendo nenhuma renda.

– E então quem o está ajudando a bancar tudo isso, Paulo Marcos?

– São os meus pais, Elói. Voltei para Belo Horizonte, estou morando com eles. Estão me ajudando nas despesas desses processos.

– E sua ex-esposa e filhos, como estão vivendo?

– Ela é funcionária pública e, embora não tenha uma grande renda, tem conseguido se manter e aos nossos filhos. Também o apartamento onde ela mora, era nosso, está no nome dela e estava quitado – completou o jovem.

– Veja como as coisas são estranhas, Paulo Marcos. As pessoas caem na ilusão do dinheiro fácil,  das coisas desonestas, dos caminhos errados. No fim, é sempre a mesma coisa: o traficante de drogas mata, rouba, destrói – ostenta, por um tempo, luxo, riqueza, poder e, no final, perde tudo ou é foragido, preso, ou morto. Assim também é com o ladrão de bancos, com o estelionatário, com o golpista, com o político corrupto e  com  todos que procuram o caminho do erro, da desonestidade,  da traição, da deslealdade. Mais cedo ou mais tarde, tudo acaba vindo à tona, nada fica encoberto.

– Você tem razão, Elói. Mas muitos se dão bem e nada acontece com eles. É só ver na mídia, todo dia – falou o visitante.

– Pode parecer que é assim, meu jovem, mas, na realidade, não é. As coisas acabam sendo descobertas, tudo vem à luz. Quando não é descoberto, a própria consciência  do  indivíduo  o condena, perseguindo-o dia e noite e assombrando-o sem parar. É como se a pessoa tivesse um ou mais esqueletos escondidos num armário: a cada vez que abrir esse armário, eles a assustam. E, quando as coisas vêm à tona, os jornais, a televisão, a Internet, ou seja, a mídia em geral, expõe toda a vida da pessoa e de seus familiares, massacrando-os sem parar. Esses familiares, como os filhos, por exemplo, são discriminados e/ou insultados nas escolas, nos clubes, nas ruas, nos ônibus, nos metrôs – sendo chamados de filhos de ladrão, de corrupto, de golpista, de bandido – por  pessoas que ficaram sabendo dos erros cometidos pelo pai deles. Muitas dessas pessoas agem assim, às vezes, até porque tinham inveja da riqueza desses desonestos, da vida fácil;  outras por se sentirem lesadas, ou por um sentimento de vingança. Muitas vezes, nem sempre, é por um sentimento de justiça.

Então, procurando concluir o raciocínio, considerou:

– Dessa forma, esses filhos, sejam eles crianças ou jovens, sentem-se humilhados, envergonhados, por algo que não fizeram, por atos desonestos, criminosos, que não cometeram – às vezes, choram sem parar, têm medo de sair de casa -, passando a odiar os pais  por tudo isso, revoltando-se com todos em casa  e, daí  por  diante,  criando uma situação insustentável no lar, no local de trabalho, no ambiente escolar etc. Também, os pais dessa pessoa que procedeu mal – que, muitas vezes, trata-se de gente boa, honesta -, sofrem com insultos de cidadãos, parentes, colegas, da mídia etc., chegando a passar mal e, em alguns casos, até a morrer de desgosto,  aflição, agonia e  sofrimento.

– Estou vendo que você disse tudo. Exatamente o que está acontecendo comigo desde então. Você  passou  em  relance  o filme de minha tragédia. Minha vida tornou-se um inferno e a de meus familiares, também. Meu pai, que tanto está me ajudando, passou mal, teve um AVC, e estamos torcendo para que não fique com sequelas. Se ficar, não sei o que será de minha vida. O remorso, o arrependimento, e o desespero não me deixam dormir. Não me deixam em paz, um minuto que seja. Atormentam-me noite e dia. Mas como sabe disso, Elói?

– Ora, meu jovem, isso é muito simples. Tudo que fazemos de errado, que prejudica outras pessoas, nossos semelhantes – ou seja, tudo que de mal fizermos -, retorna, mais cedo ou mais tarde,  para nós, atingindo-nos, no mesmo grau ou até pior.  Não  se  trata de estarmos sendo vigiados e julgados por alguma entidade – trata-se de uma das leis fundamentais inscritas nos umbrais do universo: a Lei do Retorno. Alguns a chamam por outros nomes, mas o significado é o mesmo: se fizermos o mal a alguém, ele retorna a nós. Mas o que nos conforta é que ocorre também com o bem, a mesma coisa: se fizermos o bem, vamos receber o bem. Colheremos aquilo que plantarmos, meu amigo. Você tem plantado espinhos nos corações das pessoas. O que esperava colher? Rosas?

Um silêncio avassalador se apoderou de ambos. Parecia que todo o ambiente em volta deles tivesse, de repente, ficado mudo, quieto, de uma densidade insuportável. Naquele momento, não havia canto de pássaros, voos de borboletas, aroma de flores. Tudo tinha sido envolvido pela solidão do infinito. O visitante se sentiu como se tivesse sido encapsulado numa cova.

A dedicada cozinheira, naquela manhã, esteve preparando um licor de jenipapo para Seu Istácio e convidados. Algumas das frutas colhidas por Joquinha, do jenipapeiro que se encontrava carregado, ela fatiou-as em rodelas bem fininhas, para serem degustadas com açúcar, uma das iguarias preferidas de Elói.

Também havia preparado manteiga de leite, que fazia aproveitando a nata (creme) do leite gordo que Seu Mino trazia do curral. Ela juntava a nata, depois a batia com água gelada no liquidificador. Logo era apurada a manteiga e tirava-se o soro, adicionando-se o sal. Anastácio e Seu Mino se deliciavam com aquela manteiga amarelinha, que passavam no pão e saboreavam com um copo de café quentinho.

O excedente do leite que Seu Mino e seu filho Júnior tiravam do gado do curral era vendido ao Seu Zé do Queijo.

No intuito de amenizar um pouco os temas tratados neste livro, vamos intercalar algumas  histórias que ocorreram lá naquela propriedade rural e em suas imediações. A  intenção é  tornar a  leitura menos enfadonha e, se possível, trazer alguns casos (ou, ‘causos’,  como dizem por lá) cômicos – quem sabe o leitor os ache  também engraçados -, que possam suavizar a leitura dos amigos e até fazê-los se divertirem com alguns deles. Então vamos começar com a primeira história:

  • Os ‘causos’ do Papagaio Cambota e da Jiboia Xaxá: Sinhá Chiquinha e as vespas.

Como o sítio do Sr. Anastácio procurava preservar o meio ambiente, respeitando a natureza do local, mantendo reservas de matas nativas, era  considerado, na região, como área de conservação ambiental. Dessa forma, de vez em quando, recebiam dos Órgãos ligados à preservação ambiental da região alguns animais silvestres que estavam sendo mantidos em cativeiro irregularmente  e  eram apreendidos pelas autoridades, depois levados até o sítio para sua inserção novamente na natureza.

De certa feita, receberam um papagaio do tipo boiadeiro, que, desde filhote, havia sido criado em cativeiro. Esse papagaio era chamado de  Larápio  pelos  antigos  donos,  mas  todos lá da pousada detestaram  esse  nome  e,  ao  que parece, nem a própria ave parecia gostar do mesmo. Foi então que algo aconteceu e isso mudou.

Como a ave não conseguia mais viver na mata, pelo tempo que passou em cativeiro, foi  solta  em uma goiabeira que ficava no quintal  do sítio, próxima à cozinha onde  Da. Lurdinha  preparava  as suas delícias culinárias. Todavia, como o papagaio ainda estava com uma das asas cortadas, ao subir pela goiabeira, trombou com uma pequena caixa de maribondos que havia na árvore. Atacado pelas vespas, tentou voar, mas, como lhe faltavam asas, a penácea deu uma cambalhota no ar, caindo ao solo.

Resultado de imagem para caixa de marimbondos

Pronto, daí em diante, o papagaio Larápio passou a se chamar Cambota, visto que a cozinheira resolveu simplificar cambalhota,  pois julgava ser palavra muito longa. E não é que até o papagaio gostou desse nome?

Convivendo com a responsável pela cozinha, a ave também aprendeu a mania dela e começou a simplificar também os nomes e algumas palavras que aprendera. No caso de Da. Lurdinha, o papagaio falava: “Dinha”,  Josefa, era “Zefa”, e Sinhá Chiquinha, passou a ser “Sá Chica”. Era até engraçado ver a penácea ‘remedando’ as palavras das pessoas, tanto as do sítio, como as dos visitantes.

Resultado de imagem para papagaio

 

Passado algum tempo, o sítio recebeu também uma cobra apreendida,  que  estava  sendo  criada em uma gaiola, na cidade. Era uma jiboia, que já estava um tanto graúda. Essa cobra não tinha nome.

A cozinheira não havia gostado dessa ideia, mas o Seu Justino, guarda florestal que a trouxe, disse que ela era inofensiva e que iria ajudar a combater os roedores da propriedade.

Mas, ao que parece, de roedores a cobra estava enjoada. O certo é que alguns frangos da propriedade haviam sumido. Quando sumiu uma galinha carijó, o Seu Mino resolveu  amarrar um pequeno chocalho no rabo da serpente, para que eles soubessem onde ela estava, quando  se  movimentava  pelo quintal. Então, quando a  cobra se movia, o chocalho produzia um ruído:

–  Xaxá! Xaxá!

Então, o menino Joquinha começou a chamá-la de jiboia Xaxá, cujo nome logo pegou.

Em outra ocasião, o pessoal do sítio se distraíra, e a jiboia Xaxá subiu  pela goiabeira atrás  do  papagaio Cambota, querendo degustá-lo, mas o  seu  chocalho  ficou preso a um galho e se soltou do rabo da cobra.  Ao ver aquele réptil crescido – bem alimentado pelos frangos e galinhas da propriedade rural -, vindo em sua direção, a ave desesperou-se e, em pânico, passou a gritar em polvorosa: “Dinha!”, “Sá Chica!”. Mas, como ninguém veio em seu socorro, o papagaio pulou lá de cima da árvore, derrubando, na queda, a caixa de maribondos, que, naquela época, já estava bem grandinha e bastante povoada de vespas.

Nossa! Não é bom nem contar, mas a cara de Sinhá Chiquinha, que se encontrava conversando fiado com Seu Mino na porta da cozinha, após as picadas dos maribondos, ficou muito redonda, parecendo uma abóbora, um queijo Minas, uma lua cheia.

Resultado de imagem para jiboia

Não deu outra. Levaram a jiboia Xaxá e soltaram-na na mata fechada. Só a partir de então, passaram a ter sossego no sítio: o papagaio Cambota, as galinhas e as pessoas. Para os ratos não fez diferença, pois a danada da cobra só queria saber mesmo era de bicho de penas.

– Seu Istácio, chame o visitante. O café está servido na mesa – disse a cozinheira.

Elói e o convidado sentaram-se à mesa. A cozinheira e sua filha Josefa haviam feito, no dia anterior, além de pamonha, também mingau de milho verde, com bastante canela em pó pulverizada por cima. Havia também roscas algodoadas, feitas por sua irmã  Adélia;  além, é claro, de leite do curral, fervido; coalhada, café e biscoitos completavam o lanche.

Após o lauto café, Anastácio disse ao visitante:

– Paulo Marcos, e como ficamos?

– Como assim, Elói?

– Tem épocas na vida em que nos encontramos num cruzamento perigoso, numa encruzilhada. Parece que estamos afundando em areia movediça. A pergunta é: quanto de nós está imerso nesse barro, nesse lodaçal? Existe volta? Podemos retornar? Podemos dar a volta por cima? No seu caso, o quanto você está realmente arrependido e quer mudar? O quanto de seu ser está atolado nessa lama? A sua alma, o seu espírito, o seu coração estão, de fato, arrependidos  e prontos para pedir perdão a você mesmo e àqueles que você magoou, traiu, roubou, prejudicou? E não só arrependido, mas pronto para mudar? E pagar pelos seus atos, pecuniária, criminalmente, se for o caso?

– Eu preciso me perguntar sobre tudo isso, Elói. Tenho procurado mudar. O sofrimento e o arrependimento abriram-me os olhos e me acordaram. Posso voltar em outra ocasião?

– Vamos ter um encontro de fim de semestre, no final do ano. Se quiser, confirme presença. Traga sua ex-mulher e filhos, se achar que é possível. Mas fique no sítio por hoje. Descanse bem, curta essa natureza acolhedora que temos aqui. Deixe para viajar amanhã. É até mais seguro.

– É, você tem razão, Elói. Vou aproveitar bem este dia.

No outro dia, bem cedo, o moço partiu para a capital mineira. Despedindo-se disse:

– Então até mais. Vou fazer de tudo para vir ao encontro, Elói.

– Esperamos vocês. Boa viagem, Paulo Marcos. Não corra muito.

Ao principiar a sua viagem de volta, o visitante olhou para um imponente pinheiro-do-paraná (araucária angustifolia), próximo à saída do sítio. A árvore, ereta, com sua estrutura em forma de candelabro, de certa forma, lembrava uma elegante odalisca de inúmeros braços, com suas mãos abertas em concha, voltadas para cima, em forma de taças. Estava carregada de pinhas. Seu Mino e o menino Joquinha estavam colhendo alguns desses frutos, cujas sementes, os pinhões, seriam assadas nas brasas do fogão a lenha.  Eram uma iguaria à parte.

O moço seguiu viagem. Tudo ali: aquele lugar, os passeios, as conversas, tinham tocado fundo em sua alma. Estaria acontecendo a verdadeira metamorfose de seu espírito? Quem sabe?

***   ***   ***

Vocês vão gostar destes outros posts sobre o assunto:

Mudando a Maneira de Pensar – Pensamento Positivo

Mudando a Maneira de Pensar – Meditação

Mudando a Maneira de Pensar – Contemplação

Mudando a Maneira de Pensar – Em busca da Felicidade

Como controlar nossos vícios quando eles querem controlar nossa vidas?

Autor:
João Francisco de Paula Gomes – A Pousada de Elói – 1ª Ed. Uberaba: Ed. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira, 2015

Beijos!

 

Deixe um comentário!